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CEC capacita Rádios Comunitárias de Nampula em Jornalismo Económico e monitoria de Políticas Públicas

 

Representantes das Rádios Comunitárias Oníhipiti na Ilha de Moçambique, de Monapo, da Rádio e Televisão de Nacala, da Rádio Comunitária de Moma e da Rádio Encontro, todas da província de Nampula, tiveram sessões de capacitação sobre a prática do Jornalismo Económico e monitoria de Políticas Públicas, de 27 de Novembro a 02 de Dezembro. As sessões visam dotar os participantes de conhecimento técnico para produção e divulgação de matérias sobre a economia local. 

 

Durante as sessões, os participantes irão produzir programas de rádio, focando em aspectos e actividades do dia-a-dia das comunidades, que têm um impacto na economia do distrito, assim como da província e do país no geral.

Mentorias nas Rádios Comunitárias da Zambézia.

 

A iniciativa assenta no reconhecimento do potencial e papel que as rádios comunitárias têm no processo de desenvolvimento local.

 

 

Mentorias sobre Objectvidade no Jornalismo para as Rádios Comunitárias da Zambézia

 

O CEC realiza de 22 à 24 de Agosto mentorias para 10 rádios comunitárias da província da Zambézia, em matérias de diversificação de fontes de informação, respeitando a inclusão das proprios membros comunidade, bem como em questões relativas a objectividade no contexto do direito à informação de qualidade que represente os interesses das comunidades.

 

Assim, beneficiaram-se desta capacitação jornalistas das rádios comunitárias de Quelimane, Chinde, Maganja da Costa, Morrumbala, Namacurra, Gurué, Pebane, Alto Molócuè, Ile e Namarroi.

 

O CEC espera que esta seja uma oportunidade para que os jornalistas das rádios comunitárias exponham as suas dúvidas relativas ao acesso às fontes de informação e que discutam as oportunidades que a Lei do Direito à Informação cria para melhorarem e diversificarem a qualidade dos seus programas, debates, reportagens e notícias.

 

Participantes, da mentoria da Zambezia, partilham os ganhos que tiveram durante a mentoria organizada pelo CEC sobre objectividade e acesso às fontes de informação.

 

“Aprendemos a produzir uma pauta. Aprendi que, por exemplo, quando programamos uma entrevista, primeira coisa que temos que fazer, como jornalista, é a pauta, onde devemos colocar os objectivos que pretendo desenvolver com o tema da minha entrevista e quem vai me dar a informação certa. Gostei muito do tema sobre imparcialidade e o cruzamento da informação,” Justino Luís, jornalista da Rádio Comunitária de Gurué.

 

“Para mim, esta capacitação deu-me conhecimentos que eu não sabia, visto que sou um novo colaborador da Rádio Comunitária de Pebane. Levo como bagagem desta formação, a importância da objectividade no jornalismo e o meu papel, como jornalista, de elaborar temas interessantes para a minha comunidade e não apenas esperar dos convites para cobrir os eventos” Pedro Tomé, colaborador da Rádio Comunitária de Pebane.

 

“Esta formação vem ajudar a enfrentar as dificuldades que nós temos na redacção de textos e elaboração de pautas que envolvam todos membros da nossa comunidade. Muitas vezes convidamos sempre as mesmas pessoas para falarem aqui na rádio. Assim, esta formação ajudou-me a entender que isso tem que mudar,” jornalista da Rádio Comunitária de Namacurra.

CEC MISA17Membros do Observatório de Migração Digital reuniram-se na manhã desta Terça-feira, em Maputo, para reflectir sobre a modernização, compatibilidade, acessibilidade do processo de migração digital em Moçambique, na mesa-redonda organizada pelo CEC- e MISA Moçambique.

Os participantes concordaram que a percepção da migração digital deve ser clara para que seja inclusiva, tendo sido levantados dois pontos importantes, um sobre a questão da compatibilidade do equipamento e o outro sobre o custo do sinal, uma vez que, numa primeira fase, serão disponibilizados 400 mil set-top-box (descodificador), a um preço compatível ao custo de produção.

Por sua vez, José Guerra, PCA da Televisão Miramar, criticou o facto de o processo da migração digital estar virado apenas aos órgãos públicos. Guerra disse ainda que o estado deveria ajudar a buscar financiamento com juros bonificados para as televisões privadas, pois as dificuldades que estas passam na cobertura de agendas noticiosas, são as mesmas que a da Televisão Pública. Em contrapartida o PCA do TMT, Transporte Multiplexado e Transmissão, Victor Mbeve, assegurou que já iniciou o processo de formação de técnicos que está a decorrer na China. Mbeve garantiu igualmente que haverá transmissão de sinal para todo o país, havendo rede nacional e rede regionais abertas para o público. Contudo, o país corre o risco de não cumprir com o prazo determinado para a SADC, que determina que 2018 é a meta para a conclusão do processo.

De referir que os participantes lamentaram o facto de os representantes de órgãos de comunicação social não se fazerem presentes em eventos como estes, pois servem para ajudar estes profissionais a apresentarem as suas inquietações.

 

 

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CEC Forma Jornalistas Televisivos em Jornalismo de Dados

O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) levou a cabo uma acção de capacitação e mentoria em matéria de jornalismo de dados para oito jornalistas televisivos baseados na cidade de Quelimane, província da Zambézia.

O seminário de capacitação decorreu entre 25 e 26 de Setembro com o objectivo de dotar aos jornalistas televisivos de conhecimentos práticos sobre técnicas aplicadas no jornalismo de dados a nível internacional para a produção de reportagens profundas baseadas em números.

Durante os dois dias de formação, os jornalistas aprenderam a manusear algumas ferramentas que suportam o jornalismo de dados tais como o excel, tableau public, google fusion fable, outwit hub, Premire Pro e After effects. Com estas ferramentas os jornalistas estão habilitados para produzirem gráficos interactivos, gerarem códigos geográficos bem como ensairem animações de textos e gráficos.

Nos próximos trinta dias, os jornalistas capacitados, com a mentoria do CEC, estarão a produzir reportagens televisivas aplicando técnicas de Jornalilsmo de dados sobre temas ligados ao Orçamento Municipal, situação dos presos em Quelimane, a provisão da água potável na zambézia e a Desiguladade Social.

Em geral, os Jornalistas formados mostraram-se satisfeitos com as lições abordadas no evento e prometem aplicar os conhecimentos adquiridos no seu quotidiano, garantindo que os mesmos ajudarão a melhorar a qualidade dos seus trabalhos. Os jornalistas garantem, igualmente, que irão replicar os conhecimentos adquiridos aos outros profissionais que não puderam se beneficiar da capacitação.

Segundo Nelson Máximo, Jornalista da TV Miramar, “a capacitação é uma oportunidade única. Com ela podemos estar em pé de igualdade com jornalistas de outros países que já estão muito avançados nesta temática”. Para Zito Ossumane, da Txopela TV, esta formação confere-lhe mais confiança para dar um salto qualitativo nos seus conteúdos jornalísticos e recomenda que o CEC promova mais acções desta natureza para vários outros jornalistas em Moçambique.

 

 

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O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) e o MISA-Moçambique, em parceria com o Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ), divulgaram, no dia 19 de Abril, os resultados do relatório sobre “Análise de questões éticas na Imprensa Escrita em Moçambique”.

A pesquisa dá conta de que as questões éticas mais violadas nos orgão analisados (Jornal Domingo, Savana, Zambeze, Magazine Independente, Canal de Moçambique, Público,  Notícias, O país e Diário de Moçam­bique) são: Plágio (notícias sem citação);  Juizo de Valores; Não citação das fontes; Manipulação de Imagem; Mentonia generalizada, etc.

 

Baixe aqui o Relatório Anual sobre Casos de Violações Éticas

 

 

No último dia 14 de Julho de 2017, a infografia e a reportagem intitulada “As mazelas que a serra acoberta”, produzidas pelo jornalista Armando Nhantumbo, como parte do programa de formação em Jornalismo de Dados que o Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) está a desenvolver com diferentes jornais da capital do país, foi destaque e capa do Jornal Savana.

Esta reportagem, sobre a retirada ou não dos militares em algumas das oito posições em Gorongosa, é mais um fruto do trabalho e parcerias que o CEC tem vindo a desenvolver com as diferentes empresas de comunicação social em Moçambique. Trata-se da segunda edição do programa de capacitação de jornalistas em matéria de Jornalismo de Dados envolvendo cinco jornalistas dos jornais Savana, Canal de Moçambique, Jornal Notícias e mediaFax. A primeira edição teve início em Outubro de 2015, tornando o CEC numa das principais instituições de comunicação a desenvolver capacitação de jornalistas nesta matéria a nível do país.

Entende-se por Jornalismo de Dados a técnica de colecta, análise, filtragem e combinação de dados com o objectivo de conceber histórias. Estas técnicas permitem construir gráficos, infográficos e visualizações mais inteligíveis, de fácil compreensão e interessantes. A prática de jornalismo de dados exige do jornalista conhecimentos em computação, design e matemática.

Em entrevista com o jornalista Armando Nhantumbo, este enalteceu os ganhos que tem tido ao longo desta formação, com destaque para o facto de o Jornalismo de Dados permitir que se conte histórias complexas através de imagens criativas. Para este jornalista do Savana, esta capacitação traz como mais-valia para o seu Jornal e para o jornalismo moçambicano o facto de, à clássica narrativa jornalística, combinar-se uma vertente inovadora e fascinante que consiste na ilustração infográfica de um determinado facto. Nhantumbo diz ainda que o facto de a sua matéria ter sido manchete é o reconhecimento do papel incontornável do Jornalismo de Dados para o futuro.

O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) é uma organização, sem fins lucrativos, fundada em Novembro de 2010, em Moçambique, com o objectivo de dinamizar a investigação na área de comunicação social, bem como a promoção de intercâmbio entre os órgãos de comunicação, as instituições de formação para garantir uma maior contribuição dos seus profissionais na resolução dos diversos problemas que o país enfrente.

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